Comércios tradicionais que marcaram a história do Rio Grande Reprodução - Acervo Papareia Na história da Cidade do Rio Grande, várias casas comerciais surgiram e desapareceram, deixando algumas saudades na população, outras ficando por completo no esquecimento. Rememoremos algumas dessas lojas que não mais atuam no Mercado Rio-grandino, pelo ramo de atividade na qual se tornaram referência, embora, naquele tempo, os comércios fossem mais abrangentes e comercializavam uma variedade de produtos. No ramo de calçados, “Casa Rodrigues” esquina das Ruas General Netto e General Bacellar; “Muniz”; “Neno”; “Sagres”, Rua Andradas; “Triunfo”, Rua Duque de Caxias. No ramo da gastronomia, “Bar Círia”, Rua General Bacellar; “Bar Gato Preto” esquina das Ruas Benjamim Constant e República do Líbano, bar de grandes boemias no tempo da seresta; “Bar Ponto Chic esquina das Ruas 24 de Maio e 19 de Fevereiro, juntamente com a primeira Estação Rodoviária “Café Dalila”; “Carneiro das Frutas”, Rua...
As únicas cidades gaúchas a usarem o serviço foram Porto Alegre (1908), Rio Grande (1912) e Pelotas (1915).
O serviço dos elétricos em Rio Grande começou a ser implantado em 1911, ao tempo da administração do intendente Trajano Lopes, mas foi inaugurado mesmo em 1912, quando este intendente já havia falecido. O encerramento do serviço aconteceu em junho de 1967, na administração do interventor federal Armando Cattani.
A última linha do elétrico aqui foi a Saraiva, atendida por três carros iguais a este aí da foto, que é de 1963, linha Porto, com o bonde parado perto dos clubes náuticos Honório e Regatas. A foto está assinada por Earl W. Clark.
A mais completa pesquisa sobre nossos bondes, até agora pelo menos, está no link abaixo, que já postei aqui, mas serve para quem não viu, ou quer rever.
http://www.tramz.com/br/rg/rg.html
Abraços, wil