Histórias do RIO GRANDE. Uma viagem bem-humorada no tempo...
26-MARÇO, 2015
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Bom dia! Notícias atrasadas, atualizações trancadas, mas vamos indo. A partir de hoje breve parada, abraços da Repórtera insistente adorando que vocês ainda aparecem por aqui!
Pois é... Mas tenho pensado em não aparecer e até não tenho aparecido. Fico só fresteando (ou frestiando?), já que não tenho material importante para enviar e só fico dando o cansativo bom dia e tentando puxar assunto com praia, chuva, quintal e outras baboseiras mais.
Sard@ disse…
Volta Magrowski! Não dá bola pros pessimistas! Uma andorinha não faz verão, mas três fazem!
Anônimo disse…
Pô Seu Andorinhowski... Baboseira também é cultura.Como é que fica a previsão do tempo se o Sr.não comunica?? Grande abraço deste espiador assumido do Papa. lrivera. Ps.: Seu Sard@, não dá moleza prá ele.
Comércios tradicionais que marcaram a história do Rio Grande Reprodução - Acervo Papareia Na história da Cidade do Rio Grande, várias casas comerciais surgiram e desapareceram, deixando algumas saudades na população, outras ficando por completo no esquecimento. Rememoremos algumas dessas lojas que não mais atuam no Mercado Rio-grandino, pelo ramo de atividade na qual se tornaram referência, embora, naquele tempo, os comércios fossem mais abrangentes e comercializavam uma variedade de produtos. No ramo de calçados, “Casa Rodrigues” esquina das Ruas General Netto e General Bacellar; “Muniz”; “Neno”; “Sagres”, Rua Andradas; “Triunfo”, Rua Duque de Caxias. No ramo da gastronomia, “Bar Círia”, Rua General Bacellar; “Bar Gato Preto” esquina das Ruas Benjamim Constant e República do Líbano, bar de grandes boemias no tempo da seresta; “Bar Ponto Chic esquina das Ruas 24 de Maio e 19 de Fevereiro, juntamente com a primeira Estação Rodoviária “Café Dalila”; “Carneiro das Frutas”, Rua...
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