Comércios tradicionais que marcaram a história do Rio Grande Reprodução - Acervo Papareia Na história da Cidade do Rio Grande, várias casas comerciais surgiram e desapareceram, deixando algumas saudades na população, outras ficando por completo no esquecimento. Rememoremos algumas dessas lojas que não mais atuam no Mercado Rio-grandino, pelo ramo de atividade na qual se tornaram referência, embora, naquele tempo, os comércios fossem mais abrangentes e comercializavam uma variedade de produtos. No ramo de calçados, “Casa Rodrigues” esquina das Ruas General Netto e General Bacellar; “Muniz”; “Neno”; “Sagres”, Rua Andradas; “Triunfo”, Rua Duque de Caxias. No ramo da gastronomia, “Bar Círia”, Rua General Bacellar; “Bar Gato Preto” esquina das Ruas Benjamim Constant e República do Líbano, bar de grandes boemias no tempo da seresta; “Bar Ponto Chic esquina das Ruas 24 de Maio e 19 de Fevereiro, juntamente com a primeira Estação Rodoviária “Café Dalila”; “Carneiro das Frutas”, Rua...
Conhecido como bairro dos portuários ou o "bairro que crescia à noite" pois era nesse horário que os moradores construíam suas casas, depois do trabalho, bem como aos fins de semana e em um trabalho chamado de 'mutirão', possibilitava que em poucos dias erguessem as construções ainda que em local proibido por ser terreno de Marinha.
Quem se interessar mais pelos aspectos internos da Cia Swift: magarefes, cortes, enlatados, latoaria, tanoaria, números etc. pode baixar, em PDF, sob o tema 'Mansos e Cabreiros no Swift ' referente a década de '40 e assinado por Lelio Roberto Valdez.