Pessoal, muito obrigada pela força. O Papareia não morreu, só esteve na UTI, sobreviveu, fez transplante e está agora em fase de fisioterapia. O Facebook não vai substituir, jamais, embora esteja publicando com muito orgulho as fotos antigas de Rio Grande e sempre citando, quando é o caso, a fonte: "retirado do Papareia" - isso é um orgulho! Continuo recebendo retratos, comentários, continuo catalogando nossos arquivos implacáveis, agora existe uma pasta separada do que ainda não foi publicado. Mas... sempre essas 3 letrinhas no meio... vocês sabem que agora estou sozinha e nunca fiz a história para que a foto fosse publicada, sempre foi ao contrário: surge a história feita por vocês e eu publico a foto. Por isso que alguns já se deram conta disso, e agradeço o estímulo. Começamos em 5, agora to sozinha, mas vou vencer essa barreira - promessa é dívida! Inclusive, estou treinando mais 2 tipos de blog indicados, mas todos requerem que vocês também se modernizem: é do te...
Arlindo e Sard@ : acredito que todo esse 'desnorteio' vem desde o início da nossa "colonização". Primeiro que a numeração dos imóveis da cidade já tinha sido alterada, acredito mais de uma vez. Antes simplesmente terreno agora construção, muitas vezes até mesmo precária, (lembrar início das construções na nossa Cidade...), mas que necessitava de um número. Segundo, que muitas vezes a construção de prédios maiores ou mais largos, como por exemplo a construção de uma indústria, fábrica, um hotel, construções de pessoas mais abastadas, etc, alguma que demandasse mais espaço lateral, incorporava vários imóveis vizinhos já existentes bem como seus respectivos números. Acredito que essas sejam, pelo menos algumas, das razões de haver as vezes diferença tão grande entre números de imóveis próximos. Mais razão ainda havia quando se tratava de imóveis fronteiros, ainda que na mesma rua.