Comércios tradicionais que marcaram a história do Rio Grande Reprodução - Acervo Papareia Na história da Cidade do Rio Grande, várias casas comerciais surgiram e desapareceram, deixando algumas saudades na população, outras ficando por completo no esquecimento. Rememoremos algumas dessas lojas que não mais atuam no Mercado Rio-grandino, pelo ramo de atividade na qual se tornaram referência, embora, naquele tempo, os comércios fossem mais abrangentes e comercializavam uma variedade de produtos. No ramo de calçados, “Casa Rodrigues” esquina das Ruas General Netto e General Bacellar; “Muniz”; “Neno”; “Sagres”, Rua Andradas; “Triunfo”, Rua Duque de Caxias. No ramo da gastronomia, “Bar Círia”, Rua General Bacellar; “Bar Gato Preto” esquina das Ruas Benjamim Constant e República do Líbano, bar de grandes boemias no tempo da seresta; “Bar Ponto Chic esquina das Ruas 24 de Maio e 19 de Fevereiro, juntamente com a primeira Estação Rodoviária “Café Dalila”; “Carneiro das Frutas”, Rua...
Comentários
Felicidades às duas, na elegante morada!
Quero crer que esta formação é um pouco anterior a 1964/65. Acho que é a do time de 1961, que acabou rebaixado para a 2ª divisão. Em 1965, com certeza, o Nico era o centroavante. O Luiz Carlos (Scala) transferiu-se para o Internacional em 1964. Abração. Jair
1) Nico (Antonio Azambuja Nunes) só jogou com Scala no time de base -juvenis - do Sport Club Rio Grande entre 57 e 58. 2) Scala foi para o Riograndense em 61 e ficou até 64 quando se transferiu para o Inter também em 64. 3) Em 61 Sérgio Satt que treinava o Riograndense dizia que Scala fazia uma bela dupla de zaga com Oscar Conceição. 4) Ney Amado jogou com Scala antes de 63 quando se tornou treinador do Riograndense em 63. Portanto aquela escalação de Nei Amado e Scala não pode ser de 64 porque em 63 Ney Amado já era treinador e não jogador.
Nico atuou pelo Rio Grande até 63. Em 64 se transferiu para o Riograndense na época da transferência de Luis Carlos Scala para o Inter.