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PAPAREIA INSPIRANDO JORNALISTA!
Comércios tradicionais que marcaram a história do Rio Grande Reprodução - Acervo Papareia Na história da Cidade do Rio Grande, várias casas comerciais surgiram e desapareceram, deixando algumas saudades na população, outras ficando por completo no esquecimento. Rememoremos algumas dessas lojas que não mais atuam no Mercado Rio-grandino, pelo ramo de atividade na qual se tornaram referência, embora, naquele tempo, os comércios fossem mais abrangentes e comercializavam uma variedade de produtos. No ramo de calçados, “Casa Rodrigues” esquina das Ruas General Netto e General Bacellar; “Muniz”; “Neno”; “Sagres”, Rua Andradas; “Triunfo”, Rua Duque de Caxias. No ramo da gastronomia, “Bar Círia”, Rua General Bacellar; “Bar Gato Preto” esquina das Ruas Benjamim Constant e República do Líbano, bar de grandes boemias no tempo da seresta; “Bar Ponto Chic esquina das Ruas 24 de Maio e 19 de Fevereiro, juntamente com a primeira Estação Rodoviária “Café Dalila”; “Carneiro das Frutas”, Rua...
11 DE JULHO DE 2015
Enfim, Papareia com Sala de Redação em novo local. Mesmo no meio das caixas (14 peças para 7, imaginem...), acho que em abril a Árvore de Natal estará montada! Li tudo agora o que postaram (estava desligada do mundo), obrigada pela sempre presença - só espero que esta mudança não atrase mais ainda as respostas que devo. Por enquanto, o 1° amanhecer em novo lar e uma surpresa: no Canalete também tem garças, e aos montes, nas árvores e na água pescando peixinhos (nunca havia visto). Bom findi a todos, abração e... VIVA O PAPAREIA, VIVA A VIDA RENOVADA! Bem no cantinho esquerdo, prédio branco parecendo igreja, é o Teatro Municipal, vulgo Avenida - e ao fundo ainda tenho água me rodeando!
Comentários
Quem costuma ler os comentários talvez lembre sobre Hector Legru e Percival Farquhar, protagonistas no Porto de Rio Grande e a Barra. Quando se fala em Percival não se pode esquecer do grande empreendedorismo desse norte-americano atuando no Brasil, e, principalmente, quando se lembra de caminhoneiros bloqueando estradas o que poderia parar o País, novamente se volta a pensar na falta que a ferrovia faz. Dono da São Paulo-Rio Grande e de outras ferrovias junto com Hector Legru, da concessão da famigerada Madeira-Mamoré onde teria aceito o desafio e onde teria afirmado que "Vai ser o Meu Cartão de Visita", passando até pela concessão da Rio Light & Power a conhecida "Light", ou o Porto e a Barra de Rio Grande, Percival podia ser eclético.
Arruinado mais tarde por aplicações erradas na bolsa de Nova York, Percival começa a desenvolver intenso 'lobby' para a exportação de minério de ferro por suas empresas como a Itabira Iron Ore Company em Minas Gerais até o projeto ser considerado caduco. Com o surto de nacionalismo que emergia no país, e junto com empresários brasileiros, imediatamente muda e agrega suas empresas para fundar a 'Cia Brasileira de Mineração' até esta ser comprada pelo governo de Getúlio Vargas em 1942, que a incorpora à recém fundada Vale do Rio Doce. Essa mesma que hoje junto com a barragem de Mariana, e na zona de Itabira, é causa de tanta preocupação ao meio ambiente e à população como um todo.
Até hoje a única herdeira de Percival, a brasileira Joana Farquhar, que vive em Nova York, tenta receber da Vale o valor das 7.000 ações recebidas por ele naquela data e cujo montante, acrescido de juros, passa de vários bilhões de reais...