Histórias do RIO GRANDE. Uma viagem bem-humorada no tempo...
ATA N° 78
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Obrigada, pessoal querido! Mesmo com baita frio e chuva, lá estávamos nós - e sabemos que muitos também gostariam de estar, sentimos saudades de todos. Fotos em breve.
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Comentários
ARLINDO TEIXEIRA disse…
Muito bom foi rever os amigos. E para quem esperava o comparecimento de um pequeno número de participantes, foi uma grata surpresa os vinte que apareceram para festejar os 14 anos de PAPA. Abração em todos. VIVA A VIDA! Arlindo Teixeira
Eduardo disse…
Um abraço a todos e desejos de muitos anos de vida e encontros! De Montauri, felicidades! Frediani
Comércios tradicionais que marcaram a história do Rio Grande Reprodução - Acervo Papareia Na história da Cidade do Rio Grande, várias casas comerciais surgiram e desapareceram, deixando algumas saudades na população, outras ficando por completo no esquecimento. Rememoremos algumas dessas lojas que não mais atuam no Mercado Rio-grandino, pelo ramo de atividade na qual se tornaram referência, embora, naquele tempo, os comércios fossem mais abrangentes e comercializavam uma variedade de produtos. No ramo de calçados, “Casa Rodrigues” esquina das Ruas General Netto e General Bacellar; “Muniz”; “Neno”; “Sagres”, Rua Andradas; “Triunfo”, Rua Duque de Caxias. No ramo da gastronomia, “Bar Círia”, Rua General Bacellar; “Bar Gato Preto” esquina das Ruas Benjamim Constant e República do Líbano, bar de grandes boemias no tempo da seresta; “Bar Ponto Chic esquina das Ruas 24 de Maio e 19 de Fevereiro, juntamente com a primeira Estação Rodoviária “Café Dalila”; “Carneiro das Frutas”, Rua...
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