Pessoal, muito obrigada pela força. O Papareia não morreu, só esteve na UTI, sobreviveu, fez transplante e está agora em fase de fisioterapia. O Facebook não vai substituir, jamais, embora esteja publicando com muito orgulho as fotos antigas de Rio Grande e sempre citando, quando é o caso, a fonte: "retirado do Papareia" - isso é um orgulho! Continuo recebendo retratos, comentários, continuo catalogando nossos arquivos implacáveis, agora existe uma pasta separada do que ainda não foi publicado. Mas... sempre essas 3 letrinhas no meio... vocês sabem que agora estou sozinha e nunca fiz a história para que a foto fosse publicada, sempre foi ao contrário: surge a história feita por vocês e eu publico a foto. Por isso que alguns já se deram conta disso, e agradeço o estímulo. Começamos em 5, agora to sozinha, mas vou vencer essa barreira - promessa é dívida! Inclusive, estou treinando mais 2 tipos de blog indicados, mas todos requerem que vocês também se modernizem: é do te...
Comentários
Tínhamos um colega de nome Edson Poujeaux Gonçalves, que depois foi funcionário do Banco do Brasil, aposentando-se lá pelo Nordeste do país.
Ele era muito inteligente além de espirituoso no sentido de “gozar, tirar zarro” das pessoas de maneira sutil e talentosa.
Para tanto ele fundou um jornalzinho interno, cujo nome era “A TOCHA”, para fazer os registros pitorescos de nossos colegas em crônicas altamente esperituosas.
Em certa ocasião, fez um concurso para apurar o mais feio do escritório central, fazendo ilações de várias maneiras no convívio com estas pessoas.
Lembro que neste concurso o vencedor foi o Filóca, ficando o vice para o Dentinho.
No título do jornal ele já fazia uma união das palavras, dando a entender um significado diferente, ou seja, “ATOCHA”, no sentido de atochar, enfiar, meter, introduzir algo nas pessoas atingidas pelos comentários.
O Slogan do Jornal era: O QUE OS OUTROS NÃO TRAZEM, A TOCHA TRAZ . (atochaatraz)
Pela lembrança do fato e sem notícias do ex-colega há muito tempo, fui para “google”, e aí encontrei fatos relacionados ao seu espólio.
Certamente está no céu fazendo algumas “histórias/estórias” de Jesus e seus discípulos.
No sul, atochar é outra coisa, é mentir, é contar uma broma, uma lorota. Essa diferença é causa de muitos desentendimentos, peleias de morte, até. O gaúcho, cioso da verdade, nega sempre ser um atochador, Ora, com isso, acaba-se pondo em posição oposta, daí começando a gozação e logo após o entrevero. Abs p/ tds. RT