Comércios tradicionais que marcaram a história do Rio Grande Reprodução - Acervo Papareia Na história da Cidade do Rio Grande, várias casas comerciais surgiram e desapareceram, deixando algumas saudades na população, outras ficando por completo no esquecimento. Rememoremos algumas dessas lojas que não mais atuam no Mercado Rio-grandino, pelo ramo de atividade na qual se tornaram referência, embora, naquele tempo, os comércios fossem mais abrangentes e comercializavam uma variedade de produtos. No ramo de calçados, “Casa Rodrigues” esquina das Ruas General Netto e General Bacellar; “Muniz”; “Neno”; “Sagres”, Rua Andradas; “Triunfo”, Rua Duque de Caxias. No ramo da gastronomia, “Bar Círia”, Rua General Bacellar; “Bar Gato Preto” esquina das Ruas Benjamim Constant e República do Líbano, bar de grandes boemias no tempo da seresta; “Bar Ponto Chic esquina das Ruas 24 de Maio e 19 de Fevereiro, juntamente com a primeira Estação Rodoviária “Café Dalila”; “Carneiro das Frutas”, Rua...
Comentários
Seu@nônimø!
Alô seu @@@nônimø: causou-me estranheza a prática {citada} de sentar no varão da vitrine. Não é do meu tempo!
Quanto ao comentário do Seu@nônimo faço, também, tuas palavras: "Não é do meu tempo !"
Seu@nônimø!
Luiz Carlos
a) A existência da papelaria do MEC em Rio Grande foi evidenciada e reconhecida. Mas CEPAL queria dizer "Cooperativa do estudante portoalegrense". Será que havia em Rio Grande????
b) Essa história de sentar naquela coisa da vitrine ainda vai ter que ser explicada em detalhes.
c) Ao Seu Sard@ pergunto para quê servia aquela tábua cheia de preguinhos que todo mundo carregava. Se era um tear primitivo, nunca vi nada pronto e acabado.
(assinado) Redator Fantasma do Papareia
O que era o Varão? O "Varão" era um tubo horizontal, a mais ou menos um metro do chão, afastado da vitrine. Tinha por função proteger a vitrine e funcionava como um corrimão. Nas extremidades fixava-se a parede por suportes com esferas metálicas nas extremidades, onde o tubo horizontal se encaixava.
O "rito"... Sentar-se no "Varão" era prioridade dos mais velhos e com maior "hierarquia". Os mais jovens e recém chegados não tinham a preferência de sentar-se no "Varão". Eles Tinham que ficar conversando em pé, e esperando sua vez ao redor do "poleiro". Existia um tipo de "ascensão social" ao longo do tempo. Era como o jogo de Leão da Montanha. Conhecem? O mais forte fica no topo!
Lembro que alguns dos que por aqui passam, frequentaram o "Varão" da Esquina da Sorte, e poderão dar mais detalhes dessa "Instituição".
De segunda a sexta, ao final da tarde, o encontro era no "Varão". Já no domingo a noite, tínhamos o Conhaque na Guarani!. Mas, essa é outra Estória!
Seu@nônimo!